A nova imagem da Terra registrada pela missão Artemis II, em 2026, reacendeu nas redes sociais a memória de algumas das fotografias mais icônicas já feitas do planeta a partir do espaço. Internautas passaram a comparar o novo registro com imagens históricas captadas por missões da NASA ao longo das últimas décadas, destacando a evolução tecnológica e o impacto simbólico dessas fotografias.
Entre os registros mais lembrados está a famosa “Earthrise”, capturada em 24 de dezembro de 1968 durante a missão Apollo 8, pelo astronauta William Anders. A imagem mostra a Terra “nascendo” no horizonte da Lua e foi feita enquanto a nave orbitava o satélite a cerca de 110 quilômetros de altitude. Já em 1969, durante a Apollo 11, os astronautas registraram diferentes imagens da Terra vista da Lua e durante o trajeto, a cerca de 384 mil quilômetros de distância, reforçando o caráter histórico da primeira viagem humana ao solo lunar.
Outro marco citado é a “Blue Marble”, fotografada em 7 de dezembro de 1972 pela tripulação da Apollo 17, a aproximadamente 45 mil quilômetros da Terra, sendo a primeira imagem totalmente iluminada do planeta. Décadas depois, em 14 de fevereiro de 1990, a sonda Voyager 1 registrou a icônica “Pale Blue Dot”, a cerca de 6 bilhões de quilômetros de distância, mostrando a Terra como um pequeno ponto de luz no espaço profundo, imagem eternizada pelo astrônomo Carl Sagan.
A nova fotografia da Artemis, feita durante o trajeto ao redor da Lua, representa um novo capítulo dessa história. Capturada a centenas de milhares de quilômetros da Terra, a imagem combina alta definição com um forte simbolismo, marcando o retorno de missões tripuladas ao espaço profundo. A repercussão nas redes sociais evidencia como essas imagens continuam despertando fascínio e reflexão sobre o lugar da humanidade no universo.
📸 Distribuição / NASA
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