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Economia

Tradicional varejista de brinquedos, Ri Happy pede recuperação extrajudicial

A empresa atribui as dificuldades financeiras a fatores como juros elevados, perda do poder de compra das famílias, endividamento dos consumidores e aumento da concorrência com plataformas internacionais de comércio eletrônico

Por Daniel MartinsPublicado em 19/10/2026, 16:57Atualizado em 19/10/2026, 16:57

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Tradicional varejista de brinquedos, Ri Happy pede recuperação extrajudicial

A tradicional rede de lojas de brinquedos Ri Happy entrou com um pedido de recuperação extrajudicial para renegociar R$ 827,4 milhões em dívidas.

O pedido foi protocolado nesta segunda-feira (19) na Justiça de São Paulo, e também inclui outras empresas do grupo.

Credores que representam R$ 308 milhões já aderiram ao plano de renegociação, o equivalente a 42,4% dos créditos envolvidos.

A empresa atribui as dificuldades financeiras a fatores como juros elevados, perda do poder de compra das famílias, endividamento dos consumidores e aumento da concorrência com plataformas internacionais de comércio eletrônico.

Em nota, o grupo afirmou que a medida faz parte de uma reorganização financeira e operacional após a mudança de controle da companhia.

A Ri Happy também informou que as lojas físicas e os canais de venda pela internet continuam funcionando normalmente. Diferentemente da recuperação judicial tradicional, a recuperação extrajudicial permite negociar dívidas diretamente com grupos de credores, com posterior homologação pela Justiça.

Crédito Imagem: Reprodução NeoFeed

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