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Eleições 2026

Presidente do TSE nega sinais de interferência internacional nas eleições

Presidente do TSE afirmou que PF, Abin e equipes de monitoramento não identificaram riscos externos ao processo eleitoral

Por Ana PaulaPublicado em 04/10/2026, 16:30Atualizado em 04/10/2026, 16:30

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Presidente do TSE nega sinais de interferência internacional nas eleições
(Antonio Augusto/TSE)

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, afirmou neste domingo (4) que não há, até o momento, indicativo concreto de interferência internacional nas eleições brasileiras. Durante entrevista, ele disse que as equipes responsáveis pelo monitoramento de riscos não identificaram ameaças externas.

“Vamos falar do momento atual, até o momento, não temos nenhum indicativo concreto de interferência internacional”, declarou. Ao comentar a situação de embaixadas, Nunes Marques afirmou que o TSE também não recebeu relatórios da Polícia Federal (PF) ou da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) apontando algum tipo de risco.

O ministro também fez um balanço parcial da votação e classificou o andamento do pleito como “bastante exitoso”. Até o momento, 1.121 urnas haviam sido substituídas, o equivalente a 0,2% do total, enquanto as seções eleitorais funcionavam normalmente. Segundo ele, geradores e baterias também estão disponíveis para garantir a continuidade da votação e da transmissão dos resultados.

“Em relação às seções eleitorais, tudo está funcionando normalmente, todas as urnas. Nós temos geradores e baterias suficientes para concluir todo o processo de votação e transmissão [dos resultados]”, afirmou.

Nunes Marques informou ainda que R$ 380 mil em espécie haviam sido apreendidos e 59 pessoas foram conduzidas a delegacias por suspeita de crimes eleitorais, sendo 25 presas em flagrante. Entre os dados apresentados pelo TSE estão mais de 6 milhões de novas emissões do e-Título, 15 milhões de consultas aos locais de votação e mais de 3 milhões de justificativas. O ministro também homenageou Cármen Lúcia pela preparação das eleições de 2026.

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