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Esportes

Džeko se despede da Bósnia com empate diante da Suécia e homenagem emocionante

Aos 40 anos, atacante disputou seu 152º e último jogo pela seleção, foi homenageado em Zenica e encerrou uma trajetória marcada por 74 gols e duas Copas do Mundo

Por Giovane PapaColunistaPublicado em 02/10/2026, 19:40Atualizado em 02/10/2026, 19:40

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Džeko se despede da Bósnia com empate diante da Suécia e homenagem emocionante

(Imagem: Elysia Su/ISI Photos/AFP/JC)

Bósnia e Herzegovina e Suécia empataram por 1 a 1 nesta sexta-feira (2), pela terceira rodada da Nations League, em uma partida marcada pela despedida de Edin Džeko da seleção. Aos 40 anos, o atacante entrou em campo como capitão pela última vez e deixou o gramado aos 62 minutos, sob aplausos dos torcedores e acompanhado por um corredor formado pelos companheiros. O duelo foi disputado no estádio Bilino Polje, em Zenica, onde a torcida preparou uma grande homenagem ao maior artilheiro e jogador que mais vezes vestiu a camisa da Bósnia.

Dentro de campo, a Suécia abriu o placar aos 61 minutos, quando Viktor Gyökeres recebeu de Alexander Bernhardsson e finalizou forte para marcar. A Bósnia buscou a reação e conseguiu o empate aos 80 minutos, com Kerim Alajbegovic, de apenas 19 anos, que cruzou para a área e acabou vendo a bola entrar diretamente no gol. Džeko chegou a balançar as redes nos acréscimos do primeiro tempo, mas o lance foi anulado porque a bola havia saído pela linha de fundo na jogada.

Antes e durante a partida, Džeko recebeu diversas homenagens. Em Sarajevo, um enorme painel com a camisa 11 e a mensagem “Obrigado, Diamante” foi colocado em um prédio, enquanto torcedores lotaram as ruas para celebrar o atacante. No estádio, seu nome foi cantado antes do apito inicial e, no momento da substituição, Džeko deixou o campo sob forte aplauso. O atacante encerrou sua passagem pela seleção com 152 jogos e 73 gols, sendo o recordista de partidas e de gols da história da Bósnia e Herzegovina.

A trajetória de Džeko pela seleção começou em 2007, com gol na estreia contra a Turquia. O atacante foi peça importante na classificação para a primeira Copa do Mundo da história da Bósnia, em 2014, e também participou da campanha que levou o país ao Mundial de 2026. No futebol de clubes, passou por equipes como Wolfsburg, Manchester City, Roma, Inter de Milão, Fenerbahçe, Fiorentina e Schalke 04. Pelo Wolfsburg, foi campeão alemão em 2008/09; pelo Manchester City, conquistou duas Premier Leagues e outros títulos nacionais. Pela Bósnia, deixa como legado uma carreira internacional de quase duas décadas e o status de maior goleador da história do país.

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