Na noite de quinta-feira (25), os Estados Unidos lançaram um ataque militar contra militantes do Estado Islâmico no noroeste da Nigéria, em uma ação coordenada com as autoridades nigerianas e anunciada pelo presidente americano, Donald Trump. A ofensiva foi conduzida a partir de um navio de guerra da Marinha dos EUA na costa do Golfo da Guiné, que disparou mísseis de cruzeiro Tomahawk contra dois acampamentos ligados ao grupo extremista na região de Sokoto, segundo informações das Forças Armadas norte-americanas. O ataque foi justificado por Washington como uma resposta aos repetidos ataques de grupos jihadistas que, segundo o presidente, têm alvo principal de cristãos e civis inocentes no país africano.
A operação, parte de uma cooperação de segurança contínua entre os EUA e a Nigéria, envolveu mais de uma dezena de mísseis Tomahawk lançados da embarcação militar, sem confirmação de participação de aeronaves norte-americanas no ataque. Autoridades americanas e nigerianas divulgaram imagens de um dos mísseis sendo lançado do navio, enfatizando a precisão das ações e o uso de inteligência compartilhada para localizar os alvos.
Até o momento, não há relatos oficiais de vítimas civis ou militares entre a população local, e as autoridades informaram que os mísseis atingiram áreas rurais e campos nos arredores do vilarejo de Jabo, no estado de Sokoto. Testemunhas relataram que o céu ficou iluminado e houve explosões, mas ainda não há confirmação independente sobre números de mortos entre os militantes do Estado Islâmico ou possíveis danos colaterais.
📸 Reprodução / Redes Sociais
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