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Advogado de empresa de Trump acusa Zanin de favorecer Lula em decisão sobre votação

Martin De Luca questionou a prorrogação do horário de votação por duas horas e alegou que a medida beneficiaria o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. As declarações foram publicadas na rede social X

Por Gabriela De ÂngeloPublicado em 26/10/2026, 11:53Atualizado em 26/10/2026, 11:53

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Advogado de empresa de Trump acusa Zanin de favorecer Lula em decisão sobre votação
(📸 Reprodução / VV8 TV)

O advogado Martin De Luca, que representa o Trump Media & Technology Group, empresa ligada ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, criticou a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Cristiano Zanin de prorrogar em duas horas o horário de votação no segundo turno das eleições brasileiras.

Em publicações na rede social X, De Luca classificou a medida como parte de um suposto complô em benefício da candidatura do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). “Vamos garantir que o mundo inteiro entenda”, escreveu o advogado em inglês. Sua conta tem quase 126 mil seguidores. De Luca afirmou que decisões relacionadas às eleições federais brasileiras cabem ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Segundo ele, Lula teria solicitado à Corte a extensão da votação em todo o país, alegando problemas de transporte.

“Em vez de esperar por uma decisão do TSE, Lula imediatamente pediu ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Cristiano Zanin que determinasse que as urnas permanecessem abertas sem qualquer decisão do TSE. Em questão de minutos (Zanin sequer leu a petição?), Zanin determinou que as urnas permanecessem abertas”, escreveu.

O advogado, que também defendeu a plataforma Rumble em uma disputa judicial no Brasil, questionou a atuação de Zanin e mencionou sua trajetória profissional antes de assumir uma cadeira no Supremo. “O STF tem 11 ministros. O que Zanin fazia antes de se tornar ministro do STF? Ah, sim, ele era o advogado de defesa criminal de Lula em seus processos de corrupção”, declarou.

De Luca também colocou em dúvida o reconhecimento internacional do resultado eleitoral ao afirmar que, caso a prorrogação fosse utilizada para anunciar a vitória de Lula, outros países não considerariam a eleição livre e justa.

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