Mendonça rejeita ação contra reajuste de 15% do Bolsa Família
Decisão do ministro do TSE mantém aumento previsto para começar na folha de outubro

O ministro André Mendonça, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), rejeitou nesta quinta-feira (17) a ação que questionava o reajuste de 15% do Bolsa Família anunciado pelo governo federal.
O pedido buscava suspender o aumento, anunciado 17 dias antes do primeiro turno das eleições, marcado para 4 de outubro. A medida foi questionada no âmbito da Justiça Eleitoral.
Mendonça havia sido definido por sorteio como relator do caso no TSE. Com o reajuste, o valor mínimo do Bolsa Família passará de R$600 para R$691, enquanto o benefício médio será elevado de R$675 para R$777.
A alteração terá impacto estimado de R$ 5,8 bilhões nas contas públicas em 2026, considerando a folha de outubro. Para 2027, a previsão é de um custo de aproximadamente R$ 22 bilhões.
Com a decisão do ministro, o reajuste de 15% fica mantido. A medida entra em vigor a partir da folha de outubro.
Comentários
Todos os comentários passam por moderação antes da publicação. Respeite as regras de convivência: não são permitidos discurso de ódio, ofensas ou spam.



