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Política

Chiquini aciona PGR contra Janones e Lindbergh por ataques a Flávio Bolsonaro

Deputado eleito afirma que parlamentares divulgaram informações falsas sobre Flávio e pede investigação por possíveis crimes eleitorais

Por Ana PaulaPublicado em 07/10/2026, 21:40Atualizado em 07/10/2026, 21:40

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Chiquini aciona PGR contra Janones e Lindbergh por ataques a Flávio Bolsonaro
(Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados)

O deputado federal eleito Jeffrey Chiquini (Novo-PR) acionou a Procuradoria-Geral da República (PGR), nesta quarta-feira (7), contra os deputados André Janones (Rede-MG) e Lindbergh Farias (PT-RJ). Na notícia-crime, Chiquini afirma que os parlamentares atuaram de forma coordenada para divulgar supostas informações falsas sobre a campanha de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência.

Segundo a acusação, Janones teria utilizado seu perfil no Instagram e canais no WhatsApp, incluindo o “Exército do Lula”, para divulgar que Flávio acabaria com o Bolsa Família e o salário mínimo, além de reduzir o valor das aposentadorias. A peça apresentada à PGR classifica essas informações como falsas. Chiquini afirma ainda que os canais e grupos ligados ao deputado reuniram mais de 1 milhão de pessoas.

Em relação a Lindbergh, o deputado eleito sustenta que o parlamentar utilizou veículos de imprensa, pronunciamentos e canais próprios para “validar, chancelar e repercutir” as alegações atribuídas a Janones. Chiquini aponta possíveis crimes eleitorais, entre eles divulgação de fato sabidamente inverídico e difamação eleitoral, além de pedir que seja investigada uma suposta organização criminosa.

Chiquini também solicitou a preservação de publicações, vídeos, áudios e registros digitais, além de dados das plataformas e a identificação de administradores de grupos de WhatsApp. O advogado pede ainda uma perícia sobre o material e indica Flávio Bolsonaro como vítima, solicitando a oitiva do candidato, de um representante da Meta, de administradores dos grupos e de um perito da Polícia Federal especializado em crimes cibernéticos.

Ao final da notícia-crime, Chiquini pede a abertura de um Procedimento Investigatório Criminal (PIC) pela PGR e a realização das diligências necessárias para apurar os fatos.

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