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Política

UOL: Abin registra aumento de grupos que discutem ações violentas contra o STF

Documento citado por Daniela Lima aponta aumento de movimentação em redes sociais e classifica como “alto” o nível de alerta no período monitorado

Por Gabriela De ÂngeloPublicado em 22/09/2026, 09:30Atualizado em 22/09/2026, 09:30

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UOL: Abin registra aumento de grupos que discutem ações violentas contra o STF

A Agência Brasileira de Inteligência (Abin) registrou um “crescimento expressivo” de grupos que discutem possíveis ações “extremistas e violentas” contra o Supremo Tribunal Federal (STF), segundo informações divulgadas pela jornalista Daniela Lima no programa Pulso Político, do Canal UOL.

A colunista afirmou ter tido acesso a um relatório de inteligência elaborado pela Abin em 18 de setembro. Segundo ela, o documento aponta que a movimentação se intensificou após a sessão do STF realizada em 15 de setembro, que discutiu a conduta do ministro Alexandre de Moraes no caso Banco Master.

De acordo com o relatório, a movimentação foi identificada principalmente em redes como WhatsApp e Telegram. O documento também recomenda atenção a localidades específicas onde, segundo a Abin, a atividade ocorreu de maneira mais intensa.

“Relatório de inteligência elaborado pela Abin no último dia 18 registra um crescimento expressivo de grupos debatendo ações 'extremistas e violentas' contra o Supremo Tribunal Federal. A movimentação intensa em redes como WhatsApp e Telegram sucedeu a sessão do Supremo que discutiu a conduta do ministro Alexandre de Moraes. O relatório afirma que é preciso manter foco de atenção em localidades específicas onde essa movimentação aconteceu de maneira mais incisiva. O relatório fala de São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília.”, disse Daniela Lima.

Ainda segundo a jornalista, o relatório é produzido periodicamente e também encaminhado ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), por tratar de riscos que podem interferir no andamento do processo eleitoral. Daniela Lima afirmou ainda que o documento classifica como “alto” o nível de alerta no período monitorado.

📸 Divulgação / STF

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