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Política

Presidente do STJ afirma que processo eleitoral brasileiro é “absolutamente seguro”

Durante visita a Moçambique, Luis Felipe Salomão destacou a transparência da votação e afirmou que não houve sinais de irregularidades no pleito de 2026

Por Ana PaulaPublicado em 30/10/2026, 23:30Atualizado em 30/10/2026, 23:30

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Presidente do STJ afirma que processo eleitoral brasileiro é “absolutamente seguro”
(Lucas Pricken/STJ)

O presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro Luis Felipe Salomão, defendeu nesta sexta-feira (30) a segurança e a transparência do processo eleitoral brasileiro. A declaração foi feita durante uma visita institucional a Maputo, capital de Moçambique, em meio a questionamentos sobre o resultado das eleições presidenciais.

Ao ser questionado por jornalistas moçambicanos sobre as alegações de fraude apresentadas pela oposição, Salomão afirmou que o sistema eleitoral do país é confiável. “O processo eleitoral é absolutamente seguro e transparente no Brasil”, declarou o ministro.

Salomão também ressaltou que as eleições brasileiras envolvem mais de 150 milhões de votantes e contam com divulgação dos resultados no mesmo dia, observação internacional e fiscalização dos partidos políticos. Segundo ele, o pleito ocorreu sem registros de irregularidades.

“No Brasil, realizamos eleições transparentes, limpas, para mais de 150 milhões de votantes, onde apresentamos o resultado no mesmo dia com segurança, com transparência, com observação internacional, com todo mundo participando, os partidos fiscalizando o processo eleitoral, nenhum traço de irregularidade, nenhum questionamento”, afirmou.

A manifestação do presidente do STJ segue posicionamentos públicos do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, e do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que também defenderam a legitimidade e a segurança do processo eleitoral.

A visita de Salomão a Moçambique termina neste domingo (1º). Durante a agenda, o ministro participou de reuniões com representantes do Ministério da Justiça, da Assembleia da República e do Tribunal Supremo do país, além de uma conferência de presidentes de tribunais superiores de países de língua portuguesa.

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